segunda-feira, 16 de março de 2015

Da ida, doída.



É com grande pesar que venho lhe informar:
Com mestria você,
Que se deixou perder,
Junto levou meu coração, 
Sua batida, pulsação.
Havíeis chegado de mansinho, 
Eras uma estranha no ninho;
Porém mas que depressa cresceu, 
Nutrida do amor meu.
Isso que te dei incondicionalmente, 
Pois por você era pungente, crescente...
Já e tanto, que nem mesmo o pranto me cabia.
Era chegada a hora de te ver partir, 
Mas por delírios te segui!
Tamanho desprendimento não conheço, 
E por tal falta padeço.
Quisera transcender...
Renascer...
Por você, crescer...
Mas se não por mim, nada feito!

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